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Pilar 1

Consultoria de Gestão Odontológica

Diagnóstico operacional, capacidade ociosa e precificação estratégica para reduzir custos fixos e aumentar a margem por procedimento.

O que é a Consultoria de Gestão Odontológica

A consultoria de gestão da Telivra otimiza a operação da clínica odontológica para reduzir custos fixos, aumentar a ocupação e melhorar a margem por procedimento. O foco é transformar agenda cheia em lucro real — porque volume de atendimentos não é sinônimo de lucro.

Clínicas que faturam R$ 150 mil mensais com custos fixos de R$ 90 mil a R$ 100 mil podem ter lucro líquido inferior a R$ 8 mil. O problema não é a receita, é a falta de visibilidade sobre o custo real de cada procedimento e a capacidade ociosa das cadeiras.

Metodologia passo a passo

Etapa 1: Diagnóstico operacional

Mapeamos a operação completa da clínica:

  • Capacidade ociosa: horas disponíveis vs. horas produtivas de cada cadeira e profissional
  • Fluxo de pacientes: tempo de espera, lead time entre agendamento e consulta, taxa de no-show
  • Gargalos administrativos: retrabalho, processos informais, ausência de indicadores

Ao final, entregamos um relatório com os pontos críticos identificados e um plano de ação priorizado.

Etapa 2: Reestruturação de processos

Redesenhamos fluxos clínicos e administrativos para eliminar retrabalho:

  • Padronização de processos de recepção, atendimento e fechamento
  • Implementação de confirmação automática 24h antes da consulta (reduz no-show em ~40%)
  • Lista de espera ativa para encaixar cancelamentos
  • Definição clara de responsabilidades da equipe

Etapa 3: Precificação estratégica

Calculamos o custo real de cada procedimento e definimos preço com margem alvo:

  1. Custo direto: material de consumo, laboratório, descartáveis
  2. Custo fixo rateado: aluguel, energia, salários, software — convertido em custo por hora de cadeira
  3. Custos variáveis: comissão do dentista, impostos, taxa de cartão
  4. Margem de lucro: aplicada sobre o custo total via markup

Exemplo: R$ 30.000 de custo fixo ÷ 300 horas produtivas = R$ 100/hora de cadeira. Uma restauração que consome 1 hora + R$ 35 de material tem custo real de R$ 135. Com margem de 40%, o preço mínimo é R$ 225.

Etapa 4: Indicadores de performance e acompanhamento mensal

Implementamos indicadores de desempenho com acompanhamento mensal:

Indicador de performanceFórmulaMeta
Taxa de ocupaçãoHoras agendadas ÷ horas disponíveis75-85%
No-showConsultas não comparecidas ÷ total agendado< 10%
Margem por procedimento(Preço - custo real) ÷ preço30-50%
Custo da hora de cadeiraCustos fixos ÷ horas produtivasVariável por clínica
Margem líquidaLucro líquido ÷ faturamento15-25%

Comparativo: Gestão interna vs. Consultoria Telivra

AspectoGestão internaConsultoria Telivra
DiagnósticoIntuitivo, baseado em feelingDados e indicadores objetivos
PrecificaçãoTabela de concorrência ou "achismo"Custo real + margem alvo
Capacidade ociosaNão mensuradaMapeada e otimizada
No-showAceito como inevitávelReduzido em ~40% com processo
AcompanhamentoReativo, quando o caixa apertaMensal com indicadores de performance e DRE
Margem líquida1-8% típicos15-25% após reestruturação

Casos de uso

  • Clínica com agenda cheia e caixa apertado: o problema está na margem por procedimento, não no volume. A consultoria revela quais procedimentos financiam a clínica e quais estão sendo vendidos abaixo do custo.
  • Clínica de pequeno porte sem processos formais: profissionalização da gestão com indicadores básicos, padronização de rotinas e separação patrimonial.
  • Clínica que quer abrir nova unidade: diagnóstico de capacidade ociosa e precificação antes de investir em expansão.

Métricas de impacto esperadas

Benchmarks baseados em médias de mercado brasileiro para clínicas odontológicas de pequeno e médio porte.

Redução de custos fixos

15-30%

Clínicas sem gestão perdem 20-30% por ineficiência

Aumento de ocupação

20-40%

Meta saudável de taxa de ocupação: 75-85%

Redução de no-show

~40%

Confirmação automática 24h reduz no-show significativamente

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre consultoria de gestão odontológica.

Para reduzir custos fixos, mapeie o custo da hora de cadeira (custos fixos mensais divididos pelas horas produtivas), identifique capacidade ociosa, renegocie aluguel e contratos de fornecedores, e use a DRE mensal para enxergar onde o dinheiro está indo. Clínicas sem gestão perdem 20-30% de receita por ineficiência operacional.
O problema está na margem, não no volume. Faturamento não é lucro: é preciso pagar salários, encargos, aluguel, impostos, materiais e sistemas antes de saber o lucro real. A consultoria implementa DRE mensal e precificação baseada em custo real para revelar a margem verdadeira de cada procedimento.
Mapeamos o tempo disponível de cada cadeira e profissional versus o tempo efetivamente produtivo, considerando agenda, cancelamentos e intervalos. A fórmula é: horas agendadas divididas por horas disponíveis. A meta saudável de taxa de ocupação é 75-85%.
Some o custo direto (material e laboratório), rateie o custo fixo por hora de cadeira, adicione custos variáveis (comissão e impostos) e só então aplique a margem de lucro desejada. Quem pula essa conta vende barato e paga para trabalhar.
O diagnóstico inicial leva de 2 a 4 semanas, dependendo do porte da clínica e da disponibilidade de dados históricos. Ao final, entregamos um relatório com gargalos identificados, capacidade ociosa mensurada e plano de ação priorizado.
Não necessariamente. Trabalhamos com o sistema que a clínica já utiliza, otimizando sua configuração e extração de dados. Se identificarmos que o sistema é um gargalo, recomendamos alternativas — mas a troca não é pré-requisito.
Os indicadores essenciais são: taxa de ocupação (meta 75-85%), no-show (meta abaixo de 10%), ticket médio, margem por procedimento, custo da hora de cadeira, faturamento vs. orçamento e taxa de inadimplência. Acompanhamos todos mensalmente.
Clientes típicos reduzem de 15% a 30% os custos fixos operacionais e aumentam de 20% a 40% a taxa de ocupação. A margem líquida sai da faixa de 1-8% para 15-25% após reestruturação completa.
A taxa de ocupação é horas agendadas divididas por horas disponíveis de cada cadeira. A meta saudável fica entre 75% e 85%; abaixo de 60% há capacidade ociosa custando aluguel e salários sem retorno, e acima de 90% gera gargalo de agenda e dificuldade para encaixes e emergências.
O custo da hora de cadeira é os custos fixos mensais divididos pelas horas produtivas. Exemplo: R$ 30.000 de custo fixo divididos por 300 horas produtivas igual a R$ 100 por hora — a base para precificar qualquer procedimento e medir se a cadeira está gerando lucro ou prejuízo.
A confirmação automática 24 horas antes da consulta via WhatsApp ou SMS reduz no-show em aproximadamente 40%. Some lista de espera ativa para encaixar cancelamentos e política de remarcação com antecedência mínima — a meta é manter o no-show abaixo de 10% do total agendado.
Depende do fator R (folha dividida pelo faturamento) no Simples e da equiparação hospitalar no Lucro Presumido. No Simples, folha igual ou superior a 28% mantém o Anexo III com alíquota a partir de 6%; no Presumido com estrutura ANVISA, a presunção de IRPJ cai de 32% para 8%. Simule os dois regimes com o contador antes de decidir.
Aumente o ticket médio com mix de serviços de maior valor, precificação por custo real mais margem alvo, venda de tratamentos completos em vez de procedimentos isolados, e diagnóstico que identifique necessidades não tratadas. Sem precificação por custo real, aumentar o volume pode aumentar o prejuízo em vez do lucro.
Vale a pena quando a clínica fatura mas não sabe a margem, tem agenda cheia e caixa apertado, ou quer expandir. A consultoria entrega diagnóstico com dados, precificação por custo real e indicadores mensais — versus gestão por intuição que perde de 20% a 30% de receita por ineficiência operacional.

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